Acadêmicos de Jornalismo estreiam série de crônicas e reportagens sobre a pandemia

AMAZONAS DESTAQUE
“A vida como ela era” e “Retratos da quarentena” trazem abordagem humanizada do gênero diversional

Nesta quarta-feira, 03 de junho, acontecerão duas seções especiais de conteúdo jornalístico relativo ao período de pandemia do novo coronavírus em Manaus: uma série de crônicas e reportagens especiais que trazem perspectivas pessoais sobre o cotidiano e relatos humanizados do contexto vivenciado durante esse período: “A vida como ela era” e “Retratos da Quarentena” fazem parte do laboratório de jornalismo realizado por acadêmicos do curso da faculdade Martha Falcão durante o período de isolamento social.




O conteúdo será veiculado no Portal Falcon (http://www.portalfalcon.com/), agência experimental de comunicação da faculdade, disponível para leitura na íntegra de quem se interessar pelos 20 temas abordados: “Ser mãe é padecer na pandemia”; “Síndicos à beira de um ataque de nervos”; “Divãs remotos”; “Como é ser essencial?”; “Cadê a diarista que estava aqui?”; “Futebol: uma paixão em suspenso?”; “O salário e vida”, entre outros.

A proposta é a de abordagem diversional – entrecruzamento do jornalismo com literatura e antropologia – dos temas relativos à pandemia em Manaus e surgiu após o bate-papo dos acadêmicos com dois profissionais da área: o professor doutor Edivaldo Pereira Lima (USP), co-fundador e professor da Academia Brasileira de Jornalismo Literário; e o jornalista e escritor Daniel Amorim, editor da Revista Torquato, publicação literária de Manaus que também é repórter no Jornal A Crítica.

 “O objetivo é apresentar conteúdo diferenciado, com foco no jornalismo opinativo e diversional, como contraponto às notícias mais factuais sobre a pandemia, que são o foco do jornalismo local no Estado”, explicou a professora Susy Freitas, da disciplina Redação para Gêneros Jornalísticos. Os alunos foram acompanhados ao longo das semanas de produção por meio das aulas remotas e das redes sociais.

“Essa é uma forma de dar visibilidade a esse trabalho que oportuniza aprendizado para os alunos e também serve para que a sociedade saiba como se dá a produção do conhecimento jornalístico ao retratar a vida cotidiana. Os alunos aprendem tanto na produção do conteúdo quanto na experiência com edição, fazendo as chamadas pro site, escolhendo foto, entre outras peculiaridades do portal”, explica a professora Vanessa Sena, uma das responsáveis pela agência de comunicação experimental Falcon. O nome da agência é uma alusão ao animal símbolo presente na logo do grupo Wyden.

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