Veja vídeo – Motorista embriagado e possivelmente sob uso de drogas que atropelou e matou motociclista, é solto em Manaus

DESTAQUE MANAUS
Washington Vaz Guimarães, condutor do veiculo que atropelou motociclista

Washington Vaz Guimarães, 24 anos, enfermeiro, que conduzia o veiculo Celta de placa NOJ-4499, e atropelou o motociclista Raphael Rodrigo Távora,35 anos, funcionário do Grupo Chibatão, na manhã de 23 de maio quando o mesmo se deslocava ao trabalho e acabou vindo a óbito devido as múltiplas fraturas e traumatismo craniano no Hospital e Pronto Socorro João Lúcio, Zona Leste de Manaus, foi solto no ultimo sábado (30/05), alegando seu advogado que o mesmo não poderia ficar sob custodia por causa do risco de contaminação do Covid-19.




Washington que antes de atropelar Raphael, já vinha fugindo de um outro acidente de transito, estava visivelmente embriagado como foi constatado no teste de sopro do DETRAN-AM Nº 1019 (teste do bafómetro), e dentro do veiculo encontrado vários vestígios de cocaína espalhadas pelo banco do condutor e porta do carro como mostra o vídeo.

Raphael, entre 5h e 6h horas da manhã do dia 23, estava a caminho do trabalho, quando foi atropelado por Washington Vaz, que chegou a informar ainda no local, para os policias que atenderam a ocorrência que estava vindo de uma festa (provavelmente saindo de uma festa clandestina que quebrou o isolamento).

Veja os vídeos:




Depois de alguns dias lutando entre a vida e a morte, Raphael, apesar de forte, não resistiu aos traumatismos que sofreu e morreu, deixando esposa e 3 filhos pequenos.

A familia da vitima encontra-se ainda abalada com a perda do ente querido e revoltada pela justiça deixar um criminoso desses a solta, ja que em 02/02/2018 entrou em vigor uma mudança na legislação de trânsito brasileira que prometia mais rigor para motoristas que beberem, dirigirem e causam acidentes que terminem com morte ou lesão corporal grave. Para os casos de homicídio em que houver a comprovação de embriaguez, a pena deixa de ser uma detenção com variação de dois a quatro anos e passa para reclusão entre cinco e oito anos.

O que se faz a familia a familia da vitima questionar, porque o individuo foi solto com apenas 8 (oito dias de detenção).

 

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